Que tal criar um site de relacionamento tipo o Facebook ?
Agora você pode ! Vou compartilhar com você uma informação que está bem no fundo do baú dentro da internet. Agora você vai ter a chance de criar seu próprio site de relacionamento e faturar uma grana ! Estou falando da ataforma Ning, você acessa o site e pode optar por criar um site grátis durante um mês, depois desse período de teste será cobrado uma taxa mensal pra poder continuar utilizando o serviço. Pense em um tema ainda pouco explorado na net, e construa sua rede, depois que fizer isso comente aqui no blog o que você achou. Volte sempre todo dia uma novidade pra você !
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Planejamento defende ou embasa a criação?
Bom, existem os dois momentos da agência, onde podemos dividir em “ideal e diário”. O ideal, é quando o planejamento embasa a criação, ou seja, o planejamento analisa o brief, faz as suas pesquisas em diversas fontes como ferramentas de pesquisa (Marplan, ComScore, Ibope, Hitwise), analisa dados do cliente, vai para a rua conversar com as pessoas; depois esse material serve de embasamento estratégico onde o planejamento vai traçar o pensamento que vai ajudar a marca a conquistar seu objetivo.
Após esse momento, o planejamento, passa o caminho estratégico para a criação fazer, como dizemos na agência, “pirar”. A criação precisa de um embasamento para não sair criando qualquer coisa, ela precisa de um caminho para que a criação seja mais efetiva, que conquiste o objetivo de marketing do cliente.
Esse processo acima é o que chamamos de ideal, pois é dessa forma que a “roda gira” e que seria o trabalho do planejamento aliado à criação, aliás, quando os times se unem e se entrosam, os resultados são sensacionais! O Brasil é uma das maiores potênciais mundiais na propaganda. E não é por acaso, somos, naturalmente, pessoas criativas e isso reflete na comunicação. Planejamento também precisa exercer a criatividade e a criação seu lado estratégico com foco no negócio do cliente.
Mas infelizmente, o que temos visto ultimamente não é o ideal e sim o diário, ou seja, a criação cria e o planejamento defende o que foi criado. É o usual, é diário, é por falta de tempo, é por ter muito job na agência, é por que a conta não é estratégica, por que a mesma equipe atende 4 contas ao mesmo tempo e uma sempre é o “patinho feio”, enfim, justificativas são várias, mas todas caminham para o mesmo ponto. Estão erradas!
Quando o planejamento defende a criação, e não a embasa, parece quase que uma desculpa sobre algo que foi feito. O cliente, as vezes, nem pediu o que foi feito. Ok, a criação lê o brief, entende, mas as visões frente ao planejamento são, obviamente, diferentes. Aliás, essas visões se complementam no trabalho final. O cliente as vezes precisa apenas de uma ação no Facebook e a agência lhe apresenta um hotsite com uma promoção por que entende que aquilo é bom para ele, porém, se o planejamento tivesse visto antes, poderia ver que o problema do cliente é o relacionamento dos consumidores com a marca e que sim, o Facebook, seria a melhor opção.
Planejamento e criação devem sempre trabalhar juntos. Lado a lado, trocando experiências, visões e conceitos. Devem fazer parte de toda a construção do planejamento essas conversas, aliás, o planejamento tem que conversar com todas as áreas, do cliente, ao consumidor final, passando por áreas da agência, mas as coisas devem ter uma metodologia, um cronograma. Sair (criação) fazendo para depois (planejamento) tentar defender o que foi feito, nem sempre, dá certo.
Novidades do Adobe Fireworks CS6
Dispositivos móveis é a palavra de foco que podemos utilizar para definir a suite CS6, desta vez a Adobe investiu forme no desenvolvimento mobile, ajustando seus softwares com extensões e plataformas compatíveis para esse tipo de projeto.
Muitos designers ao desenvolver seus projetos sofrem com programas medíocres e por isso perdem tempo com algo que deveria ser simplificado. Quem já trabalha com o Adobe Fireworks a tempos, não sofre com esse tipo de problema, podendo focar seus esforços apenas nas ideias.
Quais são as novidades do Adobe Fireworks Cs6?
Kit Ferramentas Para Webdesign
Oh!oh!oh! Pensaram que eu tinha sumido???
Nãooo. Eu vim trazendo um presentão para vocês!
Nãooo. Eu vim trazendo um presentão para vocês!
Um programa chamado web tool kit,
com o qual vc poderá construir diversas coisas bacanas para colocar nos seus sites.
com o qual vc poderá construir diversas coisas bacanas para colocar nos seus sites.
Vale a pena Conferir!
Coloquei neste link aí embaixo.
Um abraço a todos
;D
;D
Galerias de Imagens jQuery
JQuery Galerias De Imagens E Sliders - Best Of
Galerias de imagens jQuery e sliders são muito comuns em sites de portfólio e também são úteis para qualquer outro tipo de site para exibição de imagens e fotos. Além disso, fornecer uma boa experiência do usuário e fazer a visualização de imagens mais agradáveis e intuitiva em seu site.Com o advento de frameworks JavaScript poderosas como jQuery, Prototype, Mootools, etc, a qualidade das galerias de imagens baseados em JavaScript e slideshows melhoraram dramaticamente.
Hoje nós preparamos para você uma boa lista de melhores os controles deslizantes de imagem e galerias de plugins jQuery que pode fornecer com os recursos que você precisa para começar uma galeria ou um slider no seu site.
TN3 Galeria
Demonstração | Download de
TN3 Gallery é um completo galeria de imagens baseado em HTML customizável com jQuery slideshow , transição, a esfola, CSS e opções múltiplas de álbuns. Compatível com todos os computadores desktop moderno e navegadores móveis. Versões gratuitas e premium disponíveis.
TN3 Gallery é um completo galeria de imagens baseado em HTML customizável com jQuery slideshow , transição, a esfola, CSS e opções múltiplas de álbuns. Compatível com todos os computadores desktop moderno e navegadores móveis. Versões gratuitas e premium disponíveis.
DREAMWEAVER CS5.5 + crack FUNFA MESMO! ;-)
O Dreamweaver traz novos recursos e ferramentas adaptadas para qualquer tipo de usuário.
O Adobe Dreamweaver é um programa para modelar páginas da internet, contando tanto com recursos para programadores (com base em sintaxe e codificação) quanto para designers, com a parte visual largamente desenvolvida e aperfeiçoada. Este programa é pesado e requer bastante dos recursos de seu computador para o funcionamento apropriado.
Além disso, ele é um programa um pouco mais avançado, sendo necessário ter certa experiência com as ferramentas disponíveis e as funções do programa. Para enriquecer ainda mais o uso, é ideal ter conhecimento de todas as possibilidades disponibilizadas pelo aplicativo.
Recursos do programa
Logo ao executar o programa pela primeira vez, ele solicita que você defina as linguagens de programação para as quais ele passará a ser o editor principal. Estão disponíveis para a escolha ASP, JSP, ColdFusion, ASP.NET, PHP, JavaScript, CSS, XML e XSL (XSLT). Para a seleção, basta marcar a caixa ao lado de cada uma das opções.
A interface do programa é muito elegante, nos moldes de uma IDE. Além disso, o fato de se parecer com outros editores avançados facilita a utilização para quem já conhece esse tipo de ferramenta. O programa também permite trabalhar utilizando várias guias abertas, o que possibilita lidar com mais do que um arquivo por vez e alternar a leitura entre eles apenas trocando de aba.
Além de uma grande variedade de ferramentas, para auxiliar na visualização, o editor conta com indentação automática e destaque para diferentes termos da sintaxe, conforme a linguagem. Vale lembrar que isso é aplicado apenas ao código de uma linguagem suportada pelo programa.
Trazendo um suporte completo a várias linguagens, o Dreamweaver incorpora diversas facilidades, com uma atenção especial no quesito de criação de sites que se utilizam Javascript e Ajax. Além destas implementações, há ainda novas opções para a navegação de código, que mostra detalhadamente a alteração na tela no objeto selecionado.
Assim como nos outros produtos da empresa, a Adobe procura fazer uma integração entre seus programas, e agora chegou a vez do Photoshop ter uma ponte direta com o Dreamweaver. Basta arrastar um arquivo PSD (Photoshop Document) para dentro de uma página do Dreamweaver que o programa se encarrega de criar um Smart Object (Objeto Inteligente).
Um dos principais destaques, sem dúvida, vai para design remodelado do Adobe Dreamweaver , que além de não mostrar mais a famosa barra do Windows, ainda traz atalhos bem posicionados para você trabalhar com maior facilidade. Existe também um menu no topo do programa onde você escolhe o tipo de usuário, que ao ser selecionado muda a disposição das janelas interiores de acordo com o seu perfil.
Interessante também a opção de divisão de tela, recurso este que ajuda muito quem possui monitores Widescreen, pois agora é possível dividir as áreas de código e visual na vertical. Você também pode escolher o que é visualizado na janela, com a possibilidade de abrir a parte gráfica e de codificação lado a lado.
Vale ressaltar ainda uma das praticidades que o editor de páginas web trouxe desta vez. A era dos vídeos online, não há quem não queira fazer uma página que reproduza vídeos em Flash. Portanto, o Dreamweaver vem com um recurso pré-programado para inserção destes vídeos, assim como players, que têm modelos prontos a sua disposição.
Como instalar e liberar:
1- Instale o software clicando em setup.exe
2- Quando pedir a serial, execute o arquivo keygen.exe e selecione a opção Adobe Dreamweaver CS5.5 v11.5x
3- Ao concluir a instalação, vá em C->Windows->system32->drivers->etc->hosts e adicione o seguinte codigo ao final do arquivo (abra-o com o bloco de notas):
127.0.0.1 crl.verisign.net CRL.VERISIGN.NET ood.opsource.net
127.0.0.1 activate.adobe.com
127.0.0.1 activate-sea.adobe.com
127.0.0.1 practivate.adobe
127.0.0.1 practivate.adobe.com
127.0.0.1 practivate.adobe.newoa
127.0.0.1 practivate.adobe.ntp
127.0.0.1 practivate.adobe.ipp
127.0.0.1 adobeereg.com
127.0.0.1 activate.wip1.adobe.com
127.0.0.1 activate.wip2.adobe.com
127.0.0.1 activate.wip3.adobe.com
127.0.0.1 activate.wip4.adobe.com
127.0.0.1 www.adobeereg.com
127.0.0.1 hl2rcv.adobe.com
127.0.0.1 wip.adobe.com
127.0.0.1 wip1.aobe.com
127.0.0.1 wip2.adobe.com
127.0.0.1 wip3.adobe.com
127.0.0.1 wip4.adobe.com
127.0.0.1 www.wip.adobe.com
127.0.0.1 www.wip1.adobe.com
127.0.0.1 www.wip2.adobe.com
127.0.0.1 www.wip3.adobe.com
127.0.0.1 www.wip4.adobe.com
127.0.0.1 3dns.adobe.com
127.0.0.1 3dns-1.adobe.com
127.0.0.1 3dns-2.adobe.com
127.0.0.1 3dns-3.adobe.com
127.0.0.1 3dns-4.adobe.com
127.0.0.1 adobe-dns.adobe.com
127.0.0.1 adobe-dns-1.adobe.com
127.0.0.1 adobe-dns-2.adobe.com
127.0.0.1 adobe-dns-3.adobe.com
127.0.0.1 adobe-dns-4.adobe.com
127.0.0.1 ereg.adobe.com
127.0.0.1 ereg.wip.adobe.com
127.0.0.1 ereg.wip1.adobe.com
127.0.0.1 ereg.wip2.adobe.com
127.0.0.1 ereg.wip3.adobe.com
127.0.0.1 ereg.wip4.adobe.com
127.0.0.1 wwis-dubc1-vip60.adobe.com
127.0.0.1 activate-sjc0.adobe.com
4- Copie o arquivo CORE10K e cole na pasta C->Program Files->Adobe->Adobe Dreamweaver CS5.5
5- Dê um duplo clique neste arquivo e aperte start, depois F1 e depois F4
Como instalar o WordPress?
Depois que migrei do Blogger.com para o super WordPress recebi alguns e-mails com dúvidas sobre como instalar o danado do sistema num host. Muitos reclamam que não existem muitas informações amigáveis em português, ou então reclamam que a instalação precisa de conhecimentos em MySQL e PHP, o que não é uma verdade completa. Muita gente começa no WP sem saber programar em PHP. Uns até acabam se interessando pela linguagem para brincar no seu blog e se descobrem como bons programadores. Claro que há aqueles blogueiros que não tem interesse em programar, mas querem mais flexibilidade na sua ferramenta de blog. Por esses motivos resolvi fazer um tutorial o mais amigável possível sobre a instalação do WordPress, mas é preciso ler com calma. Se precisar correr ou estiver com preguiça é melhor escolher outro dia ou outro tutorial, pois não escrevo muito bem. :)
Você primeiro, claro, vai ter que assinar um plano de hospedagem num host com PHP e MySQL. Há uma lista com hosts gratuitos, mas que devem ser usados por sua conta e risco, pois não testei nenhum deles. Eu realmente indico que você procure uma hospedagem paga pelas inúmeras vantagens, inclusive suporte personalizado. Você pode tentar a Dreamhost, apesar de ter um serviço incrível o suporte é em inglês pois é um host internacional, você também pode pesquisar preços de hospedagem no Buscapé, essa parte de hospedagem é você mesmo quem tem que decidir.
Você vai ter que saber que o WP usa esse MySQL como banco de dados para armazenar tudo que você vai escrever e configurar. Para tudo funcionar você precisa criar um novo banco de dados no seu host. Geralmente você faz isso usando o PHPMyAdmin, mas se ao abri-lo não tiver a opção de criar um novo banco de dados você pode procurar a opção “Banco de dados MySQL” no seu painel de controle, é fácil. Se não achar, qualquer coisa você pode infernizar o suporte do seu host e perguntar onde que faz o novo bd. :P
No meu exemplo vou dar o nome de “meubd” (sem as aspas) ao banco de dados. O MySQL também vai pedir um nome de usuário e uma senha para esse novo bd. Vou usar “meuusuariobd” e “minhasenhabd” respectivamente, no exemplo.
Adendo: Os hosts têm, por questão de segurança, o costume de colocar o seu nome de usuário como prefixo do nome do seu bd. Complicou? Se o seu nome de usuário for “maria” então o nome do seu bd será “maria_meubd”. Então preste atenção ao nome do seu banco de dados assim que ele for criado.
Banco criado, baixe o zip no site do WordPress e descompacte os arquivos no seu PC. É preciso agora dizer ao WP as três informações do banco de dados recém criado. Dentro da pasta “wordpress” procure o arquivo “WP-config-sample.php” e abra no seu bloco de notas, você vai ver uns códigos bonitos que precisam ser modificados, não se assuste é muito simples.
Na terceira linha encontramos o seguinte texto:
define('DB_NAME', 'wordpress'); // The name of the database
Modifique ‘wordpress’ para o nome do banco de dados que foi criado anteriormente, nesse meu exemplo aqui vai ficar:
define('DB_NAME', 'meubd'); // The name of the database
As linhas que seguem no arquivo são:
define('DB_USER', 'username'); // Your MySQL username
define('DB_PASSWORD', 'password'); // ...and password
Há espertinho! Já deve saber o que fazer hein? Onde tem ‘username’ você vai mudar para o nome de usuário que você criou e o ‘password’ é a senha definida para o bd. Então no exemplo aqui vamos ter:
define('DB_USER', 'meuusuariobd'); // Your MySQL username
define('DB_PASSWORD', 'minhasenhadb'); // ...and password
Feito isso vá em Arquivo > Salvar como, salve o arquivo na pasta “wordpress” com o nome “WP-config.php”.
Agora é a hora de subir essa pasta para o seu servidor de hospedagem usando um programa de FTP. Recomendo o Filezilla ou o SmartFTP.
Com a pasta “wordpress” no ar mude o nome dela para “blog”, faça isso agora. Mudar o nome dessa pasta no futuro é possível, mas não é uma boa idéia, repito: não é uma boa idéia.
Nome da pasta escolhido? Então agora você finalmente precisa instalar o WordPress. Abra o seu navegador e acesse o endereço do seu blog, por exemplo www.meusite.com/blog. Vai aparecer um aviso em inglês pedindo pra você instalar o WP. Clique no link no final da frase e siga os passos.
“First Step”, depois preencha o campo com aquele que vai ser o título do seu blog e o outro com o seu e-mail. Antes de seguir dê uma verificada para ver se seu e-mail está correto. É só clicar em “Continue to Second Step”, o WordPress vai gerar uma senha aleatória e mandá-la para o e-mail especificado e criar suas tabelas no banco de dados e configurar-se sozinho. Deve aparecer a seguinte:
Seu nome de usuário é “admin” e a senha é o número aleatório que ele apresenta nessa página. No exemplo da imagem temos “40e3f1” como senha. Copie esse número para logar no sistema pela primeira vez.
É só clicar no link “log in” e colocar “admin” (obviamente sem as aspinhas) no “username” e no “password” colocar o número que ele gerou. Se por um acaso você o perdeu nesse tempão, abra o e-mail especificado na instalação que lá estará a senha.
Com essa senha estranha em mãos é uma boa idéia mudá-la. Já dentro do sistema, vá em “Users” e preencha os campos “New password” e “Type it one more time” com a sua senha pessoal que você quer definir para o blog, vê se não vai colocar “1234″ ou seu número de celular pra todo mundo descobrir depois.
Acesse www.meusite.com/blog e veja se está lá o post e o comentário de exemplos. Agora é só ir atrás de um tema estiloso, instalar os plugins que você achar interessante e dizer a todo mundo que você é Powered by fuckin’ lovely WordPress. ;)
Também foi criado o Portal WordPress e criei um post com dicas que podem ser seguidas depois da instalação.
Apensar de eu não indicar o uso do WP em português pelo fato da documentação dele ser toda em inglês, no site taijiquan.pro.br você encontra o arquivo de tradução e também as instruções de como configurar para português.
Divirta-se!
Você primeiro, claro, vai ter que assinar um plano de hospedagem num host com PHP e MySQL. Há uma lista com hosts gratuitos, mas que devem ser usados por sua conta e risco, pois não testei nenhum deles. Eu realmente indico que você procure uma hospedagem paga pelas inúmeras vantagens, inclusive suporte personalizado. Você pode tentar a Dreamhost, apesar de ter um serviço incrível o suporte é em inglês pois é um host internacional, você também pode pesquisar preços de hospedagem no Buscapé, essa parte de hospedagem é você mesmo quem tem que decidir.
Você vai ter que saber que o WP usa esse MySQL como banco de dados para armazenar tudo que você vai escrever e configurar. Para tudo funcionar você precisa criar um novo banco de dados no seu host. Geralmente você faz isso usando o PHPMyAdmin, mas se ao abri-lo não tiver a opção de criar um novo banco de dados você pode procurar a opção “Banco de dados MySQL” no seu painel de controle, é fácil. Se não achar, qualquer coisa você pode infernizar o suporte do seu host e perguntar onde que faz o novo bd. :P
No meu exemplo vou dar o nome de “meubd” (sem as aspas) ao banco de dados. O MySQL também vai pedir um nome de usuário e uma senha para esse novo bd. Vou usar “meuusuariobd” e “minhasenhabd” respectivamente, no exemplo.
Adendo: Os hosts têm, por questão de segurança, o costume de colocar o seu nome de usuário como prefixo do nome do seu bd. Complicou? Se o seu nome de usuário for “maria” então o nome do seu bd será “maria_meubd”. Então preste atenção ao nome do seu banco de dados assim que ele for criado.
Banco criado, baixe o zip no site do WordPress e descompacte os arquivos no seu PC. É preciso agora dizer ao WP as três informações do banco de dados recém criado. Dentro da pasta “wordpress” procure o arquivo “WP-config-sample.php” e abra no seu bloco de notas, você vai ver uns códigos bonitos que precisam ser modificados, não se assuste é muito simples.
Na terceira linha encontramos o seguinte texto:
define('DB_NAME', 'wordpress'); // The name of the database
Modifique ‘wordpress’ para o nome do banco de dados que foi criado anteriormente, nesse meu exemplo aqui vai ficar:
define('DB_NAME', 'meubd'); // The name of the database
As linhas que seguem no arquivo são:
define('DB_USER', 'username'); // Your MySQL username
define('DB_PASSWORD', 'password'); // ...and password
Há espertinho! Já deve saber o que fazer hein? Onde tem ‘username’ você vai mudar para o nome de usuário que você criou e o ‘password’ é a senha definida para o bd. Então no exemplo aqui vamos ter:
define('DB_USER', 'meuusuariobd'); // Your MySQL username
define('DB_PASSWORD', 'minhasenhadb'); // ...and password
Feito isso vá em Arquivo > Salvar como, salve o arquivo na pasta “wordpress” com o nome “WP-config.php”.
Agora é a hora de subir essa pasta para o seu servidor de hospedagem usando um programa de FTP. Recomendo o Filezilla ou o SmartFTP.
Com a pasta “wordpress” no ar mude o nome dela para “blog”, faça isso agora. Mudar o nome dessa pasta no futuro é possível, mas não é uma boa idéia, repito: não é uma boa idéia.
Nome da pasta escolhido? Então agora você finalmente precisa instalar o WordPress. Abra o seu navegador e acesse o endereço do seu blog, por exemplo www.meusite.com/blog. Vai aparecer um aviso em inglês pedindo pra você instalar o WP. Clique no link no final da frase e siga os passos.
“First Step”, depois preencha o campo com aquele que vai ser o título do seu blog e o outro com o seu e-mail. Antes de seguir dê uma verificada para ver se seu e-mail está correto. É só clicar em “Continue to Second Step”, o WordPress vai gerar uma senha aleatória e mandá-la para o e-mail especificado e criar suas tabelas no banco de dados e configurar-se sozinho. Deve aparecer a seguinte:
Seu nome de usuário é “admin” e a senha é o número aleatório que ele apresenta nessa página. No exemplo da imagem temos “40e3f1” como senha. Copie esse número para logar no sistema pela primeira vez.
É só clicar no link “log in” e colocar “admin” (obviamente sem as aspinhas) no “username” e no “password” colocar o número que ele gerou. Se por um acaso você o perdeu nesse tempão, abra o e-mail especificado na instalação que lá estará a senha.
Com essa senha estranha em mãos é uma boa idéia mudá-la. Já dentro do sistema, vá em “Users” e preencha os campos “New password” e “Type it one more time” com a sua senha pessoal que você quer definir para o blog, vê se não vai colocar “1234″ ou seu número de celular pra todo mundo descobrir depois.
Acesse www.meusite.com/blog e veja se está lá o post e o comentário de exemplos. Agora é só ir atrás de um tema estiloso, instalar os plugins que você achar interessante e dizer a todo mundo que você é Powered by fuckin’ lovely WordPress. ;)
Também foi criado o Portal WordPress e criei um post com dicas que podem ser seguidas depois da instalação.
Apensar de eu não indicar o uso do WP em português pelo fato da documentação dele ser toda em inglês, no site taijiquan.pro.br você encontra o arquivo de tradução e também as instruções de como configurar para português.
Divirta-se!
Como instalar o Magento - Loja Virtual - E-Commerce
Temos diversas ferramentas que podem facilitar nosso trabalho, desde plugins do wordpress que criam automaticamente um carrinho de compras para produtos que anunciemos em nossos blogs/sites que usam esta plataforma, ou então outras mais avançadas, como o VirtueMart, feito para Joomla.
Porém, o que vou tratar aqui neste artigo é a instalação de outra plataforma de e-commerce, amplamente utilizada e divulgada, trata-se do Magento – o e-commerceopensource, ou seja, de código livre.
Ainda não trato de nenhuma personalização ou montagem de loja virtual, por questão do tamanho do artigo, teremos aqui somente a instalação básica da plataforma. Aos poucos daremos continuidade. Aguardo seu feedback através de comentários ou mesmo via twitter: @asfelix.
Antes de iniciarmos a instalação de nosso e-commerce com Magento vamos verificar se nosso servidor cumpre com todos os requisitos de compatibilidade e dependências. Para isso, faça o download do Magento Check, extraia-o na pasta de seu servidor onde será feita a instalação do Magento (no caso deste exemplo estou fazendo na pasta raiz: /var/www ).
Feito isto acessamos http://localhost/magento-check.php e se obtivermos algo como a mensagem abaixo, significa que tudo está ok para prosseguirmos com a instalação:
Congratulations! Your server meets the requirements for Magento.
You have PHP 5.2.0 (or greater)
Safe Mode is off
You have MySQL 4.1.20 (or greater)
You have the curl extension
You have the dom extension
You have the gd extension
You have the hash extension
You have the iconv extension
You have the mcrypt extension
You have the pcre extension
You have the pdo extension
You have the pdo_mysql extension
You have the simplexml extension
Vamos agora baixar o Magento, acessando a Seção de Downloads do site oficial para efetuar o download da versão estável mais atual: Site oficial do Magento
Obs.: No momento em que faço este tutorial a versão estável atual é a: ver 1.4.1.1 – Added July 26, 2010 (Release Notes)
É necessário um breve cadastro no site para efetuar o download.
Descompacte o conteúdo dentro de /var/www e dê permissão 777 nos seguintes arquivos e pastas:
var/.htaccess
app/etc
media
var
Vamos agora acessar http://localhost para dar inicio à instalação propriamente dita:
Nesta primeira tela, basta aceitar os termos e condições após lê-los e prosseguir para a próxima etapa.
Nesta tela selecionamos na seguinte ordem:
Locale: “Português (Brasil) / Portuguese (Brazil)”
Time zone: “E. South America Standard Time (America/Sao_Paulo)” e
Default Currency: “Brazilian Real“.
Uma observação que faço é que em minha instalação foi impossível definir o Locale correto, ao selecioná-lo voltava-se automaticamente ao default, porém as outras duas configurações não tinham o mesmo “sintoma“.
Nesta tela, configuramos o acesso ao Banco de dados que você pode configurar previamente fazendo uso do phpMyAdmin – não abordado neste tutorial.
Nesta tela de configuração, definimos as informações pessoais do administrador de nosso e-commerce ao criarmos a respectiva conta administrativa no Magento.
E pronto, se virem a próxima tela a seguir está confirmado que temos nosso próprio sistema de e-commerce: Magento, instalado em nosso servidor, anote em um local seguro sua encryption key para o caso de vir a precisar dela futuramente – A imagem abaixo está editada justamente para não exibir minha encryption key do magento, mesmo sendo um servidor de testes..
Acesse agora sua loja clicando no botão: Go to Frontend ou pela url: http://localhost . Para acessar a área administrativa, clique em Go to Backend ou pela url:http://localhost/index.php/admin/
http://blog.ffelix.eti.br
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