Projeto Fidelidade e Relacionamento
Muito mais do que a instalação de um software e a distribuição de cartões
personalizados, a implantação de um Programa de Fidelidade e
Relacionamento é um projeto para a vida toda da empresa. Logo um
projeto mal implementado gerará perda de tempo, investimento e o
principal, a perda do cliente. Por outro lado, é comprovado que com
planejamento e orientação especializada, os resultados são crescentes e
perenes.
Por isso, nossos consultores personalizam o projeto de acordo com as
características do seu negócio e mercado de atuação.
Para gerar os resultados esperados, a implantação é dividida em 2:
Módulo 1 - Fidelidade
Programa de incentivo ao Consumidor. Quanto mais o cliente gasta mais ele ganha pontos ou créditos para trocar por prêmios, produtos ou serviços. Permite criação de mecânicas para aumento do:
Ticket médio;
Frequência de compras;
PA (Peças por Atendimento);
ICV (Índice de Conversão de Vendas);
Retenção dos clientes mais rentáveis;
Indicação de clientes
Módulo 2 - Relacionamento
Programa de Relacionamento com o Consumidor. Permite à empresa aumentar o resultados por meio do conhecimento pleno e interação com os seus clientes:
Mais rentáveis;
Os que têm propensão a comprar determinados tipos de produtos;
Os inativos;
Aniversariantes do mês;
Frequência e Tempo de retorno;
Faixa etária;
e diversas combinações.
- Comunicação, campanhas, ações e promoções personalizadas.
- Mensuração dos resultados de cada ação.
As 4 fases para a implantação de um projeto de Fidelidade e Relacionamento com foco em resultados
1. Análise
De acordo com o padrão de atendimento da Marka, a primeira etapa do trabalho consiste no levantamento de informações sobre a empresa, seu segmento de atuação, seus produtos e serviços, seus funcionários e, principalmente, seu cliente. Essa análise permite à Marka, em conjunto com as pessoas estratégicas da empresa, avaliar a viabilidade e desenvolver uma proposta personalizada para a implantação do projeto.
2. Planejamento
Nessa fase, são definidas as estratégias de fidelização, tais como pontos ou créditos cumulativos, níveis de consumidores, pesquisa com clientes, vantagens e diferenciais para os melhores clientes, regulamento e divulgação do programa, integração e testes dos sistemas e todos os itens necessários para atingir os resultados esperados.
3. Implantação
Consiste no treinamento e implantação dos processos e padrões de atendimento. É o start do projeto!
4. Gestão de Resultados
Trata- se do acompanhamento de todo o programa por meio de um eficiente software e ações de comunicação e relacionamento com os clientes. Periódicos treinamentos são fundamentais para que a equipe assimile os padrões que garantirão o sucesso e a perenidade do projeto. Ao longo do ano, medições de resultados são realizadas por meio dos Indicadores de Desempenho do Fidelidade (IDF). Tudo isso permite ao empresário avaliar as vantagens e o retorno que o projeto trás para o seu negócio.
Faça como nossos clientes, implante em sua Rede
um Projeto Fidelidade Rentável e Permanente.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Trabalhando com Python e Django. Porque ESTÁ na moda!
Esse post está aqui para ser usado por mim como referência futura mas, como pode ser útil para outras pessoas vou deixá-lo público aqui no blog.
Software
Trabalhei muito tempo com Linux (e alguns outros Unices) e de três anos pra cá sou mais um Apple Fanboy que usa o excelente OS X. Mas acho que boa parte das dicas aqui ainda são úteis para usuários de Linux.
Terminal.app – Porque Mac é máquina pra ‘macho’ :D
bash – Pesadão, bloat, mas não consegui me habituar com outro. É o default do OS X.
Vim – Esse é o editor pra tudo. É difícil de aprender a usar mas é um F1. Depois que aprendemos a lidar com ele a gente voa. Uso a versão texto que acompanha o OS X.
TextMate – Esse eu uso para o desenvolvimento ‘pesado’. Dá pra usar o Vim pra isso também. Mas dependendo do meu humor eu escolho o TextMate para algumas coisas.
Rudix – O OS X não vem com tudo mas você encontra o que falta no Rudix.
Git – Uso o git pros meus projetos mas também tenho o Mercurial, Bazaar, Subversion, … instalados para contribuir com outros projetos open-source
virtualenv – ter um ambiente isolado para cada projeto Python onde você trabalha é muito legal. Já escrevi sobre o virtualenv aqui.
pylint e pyflakes – Analisadores estáticos de código.
Diretórios básicos
$HOME/
Work – Diretório onde os projetos em que trabalho ficam.
bin – Diretório com scripts, binários estáticos, etc. Esse diretório fica no $PATH
Configuração
Sempre que eu falar sobre um arquivo de configuração específico você pode encontrá-lo no endereço: http://github.com/osantana/personal.
Os arquivos ‘.’ (ponto)
.profile
Configurar 3 aliases: mv='mv -i' e cp='cp -i' pra evitar acidentes com arquivos sendo sobrescritos e ls='ls -G' para habilitar cores no comando ls.
Configurações genéricas para cores no terminal
Definir o vim como EDITOR padrão.
Definir LANG e LC_CTYPE como en_US.UTF-8 para que o Mercurial e alguns outros softwares funcionem corretamente.
Adicionar o diretório $HOME/bin ao $PATH. Nesse diretório eu jogo todos aqueles programinhas utilitários usados no dia a dia.
Configurações Python:
export PYTHONSTARTUP="$HOME/.pystartup.py"
source ~/bin/django_bash_completion
Configuração Java: export JAVA_HOME="/Library/Java/Home"
Configuração Ruby: adicionar $HOME/.gem/ruby/1.8/bin ao $PATH
Eu uso virtualenv em todos os meus projetos então crio duas funções para ativar os ambientes e entrar nos diretórios desses projetos:
# Uso: p nome_do_projeto
p() {
cd ~/Work/$1*
[ -f bin/activate ] && source bin/activate
}
# Uso: c
c() {
[ -d "$VIRTUAL_ENV" ] && cd $VIRTUAL_ENV
}
.gitconfig
[user]
name = Osvaldo Santana
email = osantana na triveos.com
[color]
status = auto
diff = auto
branch = auto
ui = auto
grep = auto
[alias]
st = status
ci = commit
co = checkout
[merge]
tool = opendiff
[core]
legacyheaders = false
excludesfile = /Users/osantana/.gitignore
whitespace = trailing-space,space-before-tab
[apply]
whitespace = fix
[repack]
usedeltabaseoffset = true
[git-tmbundle]
gitx-path = /Application/GitX.app/
[mergetool "opendiff"]
cmd = opendiff
trustExitCode = true
[clean]
requireForce = false
.gitignore
.DS_Store
*.py[co]
*.tmproj
*~
*.swp*
.inputrc
Eu uso o modo vi também no console. Neste arquivo fica essa configuração e mais umas outras que deixam o comportamento do prompt do Mac mais parecido com o do Linux.
Já falei sobre essas configurações aqui no blog. Use por conta e risco.
.pylintrc
As configurações que eu uso para análise estática do código que eu produzo. Eu rodo o pylint antes de fazer o commit do meu código. Durante o desenvolvimento eu uso somente o pyflakes que é mais simples e rápido mas faz uma análise mais superficial do código. Eu costumava usar o pep8.py mas já faz um tempo que o aposentei.
.pystartup.py
Script executado pelo interpretador Python ao entrar no modo interativo. Eu configuro o ‘auto-completion’ do prompt interativo do Python, gravo o histórico de comandos, etc.
Infelizmente ele não funciona com o Python padrão do Mac porque o mesmo não é compilado com a biblioteca readline. Mas no Linux ele (deve) funcionar certinho.
.vimrc
Esse é o meu famoso arquivo .vimrc. Ele não tem nada de muito especial.
Outros arquivos
Existem outros arquivos mas, nestes casos, eles contém informações privativas e não faria sentido colocar aqui pra vocês :)
Criando e Usando um projeto Python (com Django)
Para exemplificar vamos criar um projeto “pythonologia”:
~ $ cd ~/Work
Work $ virtualenv --no-site-package pythonologia
New python executable in pythonologia/bin/python
Installing setuptools............done.
Work $ p pythonologia
(pythonologia) pythonologia $ easy_install django
(pythonologia) pythonologia $ django-admin.py pythonologia
(pythonologia) pythonologia $ cd pythonologia
(pythonologia) pythonologia $ git init
(pythonologia) pythonologia $ git add *.py
(pythonologia) pythonologia $ git commit -m "Initial commit"
Projeto criado e a estrutura de diretórios vai ficar mais ou menos assim:
~/Work/pythonologia
|____ pythonologia
| |____ app_django1
| \___ app_django2
|____ bin
|____ include
\___ lib
\____ python2.6
|____ distutils
\____ site-packages
Os arquivos que não são mantidos no repositório Git ficam no diretório ~/Work/pythonologia ou em um diretório ~/Work/pythonologia/files. O arquivo de projeto do Textmate, por exemplo, fica em ~/Work/pythonologia/pythonologia.tmproj.
Eu também crio um link simbólico ~/Work/pythonologia/django -> ~/Work/pythonologia/lib/pythonX.X/site-package/Django-1.1.1-py2.6.egg/django para dar uma ‘espiada’ no código do Django quando necessário.
Quando eu quero trabalhar num outro projeto eu faço:
(pythonologia) pythonologia $ deactivate
pythonologia $ p outro_projeto
(outro_projeto) outro_projeto $
Eu estou num diretório qualquer e quero voltar para o diretório raiz do projeto basta fazer:
(pythonologia) ~ $ c
(pythonologia) pythonologia $
FONTE:
http://blog.triveos.com.br/2010/04/25/trabalhando-com-python-e-django/
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