Pesquisar no blog

Dreamweaver CS5 - O que há de novo


O que há de novo
Adicionar comentário e classificação
Comentários (0)Classificações:0
A seguir apresentamos uma lista dos novos recursos principais do Adobe® Dreamweaver® CS5.

Adobe BrowserLab
O Dreamweaver CS5 integra com o Adobe BrowserLab, um dos novos serviços on-line, o CS Live, que oferece uma solução rápida e precisa para teste de compatibilidade de vários navegadores. Com o BrowserLab é possível visualizar páginas da Web e conteúdo local usando múltiplas visualizações e ferramentas para comparação. Consulte BrowserLab.

Integração do Business Catalyst
O Adobe Business Catalyst é um aplicativo de hospedagem que substitui ferramentas tradicionais da área de trabalho por uma plataforma central para designers da Web. O aplicativo funciona em conjunto com o Dreamweaver e permite que você construa tudo, desde sites básicos controlados por dados até poderosas lojas on-line. Consulte http://www.adobe.com/go/business_catalyst_get_extension_br.

Desativar/Ativar CSS
O recurso Ativar/desativar CSS permite que você desative ou reative as propriedades do CSS diretamente no painel Estilos CSS. A desativação de uma propriedade CSS faz com que simplesmente não haja comentários sobre a propriedade específica sem ter que excluí-la. Consulte Desativar/Ativar CSS.

Inspeção do CSS
O modo Inspeção permite que você exiba visualmente as propriedades de modelo de caixa do CSS—incluindo preenchimento, borda e margem—com detalhes, sem leitura de código ou necessidade um utilitário separado de outros fabricantes como o Firebug. Consulte Inspecionar CSS na visualização ativa.

Layouts iniciais de CSS
O Dreamweaver CS5 inclui layouts iniciais de CSS simplificados e atuais. Os complexos seletores descendentes dos layouts do CS4 foram retirados e substituídos por outros mais simples e fáceis de entender. Consulte Criar uma página com um layout CSS

Arquivos rel. dinamicamente
O recurso Arquivos rel. dinamicamente permite que você identifique tudo nos arquivos e scripts externos necessários para montar páginas de Sistema de gerenciamento de conteúdo (CMS) com base em PHP além de exibir os nomes dos arquivos na barra de ferramentas Arquivos relacionados. Por padrão, o Dreamweaver oferece suporte para identificação de arquivos em estruturas CMS do WordPress, Drupal e Joomla! Estruturas CMS. Consulte Abrir Arquivos rel. dinamicamente.

Navegação de vis. Dinâmica
A Navegação de vis. Dinâmica ativa links em Visualização dinâmica, permitindo que você interaja com aplicativos do servidor e dados dinâmicos. O recurso permite que você digite um URL para inspecionar páginas servidas por um servidor dinâmico da Web e editar páginas navegadas para verificar se elas existem em um dos sites locais definidos. Consulte Visualização de páginas no Dreamweaver.

Dicas de código de classe personalizada PHP
As dicas de código de classe personalizada PHP exibe a sintaxe apropriada para funções objetos e constantes de PHP, ajudando-o a digitar um código mais preciso. As dicas de código também funcionam com suas próprias funções e classes padrão; bem como estruturas de terceiros como a da Zend.

Configuração de sites simplificada
A nova caixa de diálogo redesenhada Definição de sites (que agora é a caixa de diálogo Configuração de sites) torna mais fácil configurar um site local do Dreamweaver para que você possa iniciar a construção de páginas da Web imediatamente. A categoria de servidor remoto permite que você especifique seus servidores remoto e de teste em uma só visualização. Consulte Configurar um novo site.

Dicas de código específicas do site
O recurso Dicas de código específicas do site permite a personalização do seu ambiente de código quando você estiver trabalhando com bibliotecas PHP e estruturas CMS de terceiros, tais como WordPress, Drupal,Joomla! ou outras estruturas. Os arquivos de tema para blogs e outros arquivos padrão PHP e diretórios podem ser incluídos ou excluídos como fontes para dicas de código. Consulte Dicas de código específicas do site.

Aprimoramentos de suporte do Subversion
O Dreamweaver CS5 aumentou o suporte para o Subversion, permitindo que você mova, copie e exclua arquivos localmente, e em seguida sincronize alterações com seu repositório remoto SVN. O novo comando Reverter permite que você corrija rapidamente conflitos de árvore ou reverta uma versão anterior de um arquivo. Além disso, uma nova extensão permite especificar a versão do Subversion com a qual você deseja trabalhar em um determinado projeto. Consulte Usar o SVN (Subversion) para obter e devolver arquivos.

Recursos obsoletos
Os seguintes recursos se tornaram obsoletos no Dreamweaver CS5:

■Relatório de validação de acessibilidade

■Comportamentos de servidor ASP/JavaScript

■Verificar navegador, comportamento JavaScript

■Conectar-se a um servidor FTP/RDS sem definir um site

■Controlar Shockwave ou SWF, comportamento JavaScript

■Criar álbum de fotografias na Web

■Ocultar menu pop-up, comportamento JavaScript

■O InContext Editing gerencia classes de CSS disponíveis

■Inserir FlashPaper

■Inserir/Remover marca da Web

■Integração do Microsoft Visual Sourcesafe

■Barras de navegação

■Tocar som, comportamento JavaScript

■Menu Mostrar eventos (painel Comportamentos)

■Mostrar menu pop-up, comportamento JavaScript

■Linha do tempo, comportamentos JavaScript

■Validar tags

■Visualização Live Data

O efeito do humor sobre o desempenho profissional


Todos já passamos por algo semelhante: a caminho do trabalho, ficamos presos em um congestionamento. Um motorista sem educação faz uma manobra repentina na sua frente e você derrama no colo o café que tinha acabado de comprar. Você chega tarde ao trabalho, de péssimo humor. Daí em diante, o dia só piora, e seu desempenho fica totalmente comprometido.

O fato é que todos temos manhãs em que nada parece dar certo. Mas será que o mau humor tem realmente conseqüências pelo resto do dia, influenciando negativamente a produtividade? Afinal de contas, algumas pessoas são produtivas quando tensas; outras se livram do mau humor com que chegam ao serviço mergulhando no trabalho.

“Estou interessada naquilo que as pessoas trazem dentro de si para a empresa”, observa Nancy Rothbard, professora de Administração da Wharton. “Na minha experiência, e na experiência de muitos outros indivíduos, não dá para erguer uma muralha e compartimentar áreas distintas da vida. Os diferentes papéis que as pessoas têm de interpretar acabam interferindo uns nos outros.”

Numerosas pesquisas feitas ao longo das últimas duas décadas limitaram-se aos conflitos entre os interesses da família e do trabalho, diz Rothbard, “porém poucos estudos analisaram de fato o efeito do humor sobre o desempenho do profissional no local de trabalho”. Especificamente, Rothbard e Steffanie Wilk, professora da Fisher School of Business da Universidade Estadual de Ohio, queriam descobrir que eventos seriam responsáveis por alterações (ou não) do humor com repercussões significativas — influenciando, por exemplo, a perspectiva do indivíduo no início do expediente e mexendo com seu humor no decorrer do trabalho. Os resultados do estudo de Rothbard e Wilk realizado entre os funcionários de um call center de uma grande empresa de seguros são relatados em um ensaio intitulado “Entremuros: origens e conseqüências do humor do empregado no desempenho do seu trabalho”.

As pesquisadoras descobriram que tanto o bom quanto o mau humor afetam a produtividade do empregado, mas que o bom humor tem efeito mais poderoso. Foi também constatado que o humor com que o indivíduo chega ao local de trabalho tem um efeito mais forte sobre seu ânimo no decorrer do dia — e sobre o desempenho no trabalho — do que as possíveis variações de ânimo causadas por eventos ocorridos no local de trabalho. Essa descoberta, de acordo com Rothbard, mostra que a performance de uma empresa pode ser melhorada por meio de esforços que ajudem os empregados a lidar com as influências capazes de afetar o estado de espírito que vivenciam em sua vida pessoal — deve-se, inclusive, aconselhar os empregados sobre a melhor forma de lidar com os incômodos próprios do deslocamento até o local de trabalho, oferecendo-lhes também aconselhamento no caso de problemas familiares. “O fato de que o humor com que se chega ao trabalho tenha um efeito tão forte e consistente é algo que chama muito a atenção”, diz ela. “Trata-se de um aspecto ao qual as empresas não dão muita atenção.”

Quem incomoda mais: o motorista mal educado ou o cliente ranzinza?

No que diz respeito aos efeitos do humor, a primeira pergunta que fazem Rothbard e Wilk, é a seguinte: “O estado de espírito com que o funcionário chega ao local de trabalho tem alguma influência sobre ele no decorrer do dia? Em segundo lugar, estamos interessados em saber se o humor do funcionário no ambiente de trabalho é mais (ou menos) influenciado pelo humor com que ele chega para trabalhar do que o humor resultante das interações ocorridas ao longo do expediente”.

Em outras palavras, o que incomoda mais: o motorista mal educado que faz uma manobra na sua frente, ou o cliente ranzinza ao telefone?

Rothbard e Wilk queriam aprofundar as descobertas de outros pesquisadores no que se refere às formas de “contágio emocional” — ocasiões em que o humor de uma pessoa afeta o de outra “através de um processo de observação, mimetismo e sincronização”. As duas pesquisadoras queriam também filtrar quaisquer efeitos subjacentes ao temperamento dos empregados — ou seja, aquele humor básico típico do indivíduo até o momento em que é modificado por um evento qualquer. Ao remover dos resultados obtidos no local de trabalho essa “predisposição mental”, as autoras esperavam determinar o efeito de eventos mais efêmeros capazes de influenciar o humor das pessoas.

“O humor do início do dia pode advir de uma variedade muito grande de fontes, inclusive de desafios e oportunidades que a vida sempre apresenta, experiências positivas ou negativas no lar antes de o indivíduo sair de casa para o trabalho, ou até mesmo durante o deslocamento em direção ao serviço”, observam. “Os campos do trabalho e outros não relacionados a ele são permeáveis, e a pesquisa mostra que o estado de espírito do indivíduo transita entre um e outro [...] Especificamente, o humor do início do dia pode afetar a avaliação que o indivíduo faz dos eventos subseqüentes.”

Rothbard e Wilk analisaram o comportamento dos funcionários de call centers patrocinados por uma seguradora de grande porte nas costas leste e oeste dos EUA. Participaram do estudo representantes de serviços, assistentes de reclamações e os encarregados de saná-las, bem como seus supervisores e gerentes. Os funcionários preencheram questionários preliminares “com o objetivo de prestar informações a respeito de sua predisposição mental” — isto é, da tendência básica de cada um para ser feliz, triste etc. Esses dados básicos permitiram às pesquisadoras determinar de que modo os eventos do dia afetavam o humor dos funcionários.

Os 29 representantes do serviço de atendimento ao cliente atendiam a uma média de 64 ligações por dia e passavam praticamente o expediente todo ao telefone. Ao monitorar algumas dessas chamadas, as pesquisadoras constataram que as pessoas que ligavam para o call center apresentavam emoções que oscilavam entre positivas e neutras, dando sinais de irritação ou frustração, de pânico ou tristeza.

Ao longo de três semanas, os pesquisadores utilizaram questionários que eram enviados às telas dos computadores dos representantes no decorrer do dia, e cujo objetivo era o de colher amostras do humor dos funcionários e de sua reação ao humor dos clientes. As perguntas, via de regra, requeriam que as respostas fossem dadas com base em uma escala de 1 a 5 e versavam sobre o humor do representante no início do dia, se se sentiam animados, entusiasmados, ou frustrados e irritados. Em diversos momentos no decorrer do dia, os funcionários tinham de avaliar seu humor e o dos clientes — se haviam sido rudes, se demonstraram calma, hostilidade, frustração, bom humor ou raiva. Pelo menos duas vezes por dia os funcionários tinham de responder em que medida haviam atendido com sucesso e objetividade à chamada mais recente de um cliente ao call center.

Além disso, as pesquisadoras tiveram acesso às medidas de desempenho utilizadas pela seguradora para avaliação do trabalho dos funcionários. Os dados computadorizados mediram fatores como o percentual de tempo que cada representante gastou durante o expediente no atendimento às chamadas — em suma, o tempo em que ficaram ocupados e não fizeram nenhuma pausa. Foi também contabilizado o número de vezes que os funcionários transferiram a ligação de um cliente para um supervisor, o que é considerado indesejável. O número de chamadas atendidas pelos representantes, por hora, também foi computado — quanto maior o número, melhor.

Depois de avaliar o temperamento básico dos representantes, Rothbard e Wilk constaram que os funcionários que haviam começado o dia de bom humor tendiam a preservá-lo no decorrer do expediente. Isto se refletiu em um número de correlação expressivo de 0,36 (sendo que a correlação perfeita é dada pelo número 1) entre o bom humor do início do dia e o bom humor observado no restante do expediente. Os funcionários que começaram o dia de mau humor tendiam igualmente a mantê-lo no resto do dia, sendo que, neste caso, a correlação era de 0,38.

“O bom humor apresentado no início do dia repercute no humor do empregado durante todo o expediente”, observam as pesquisadoras, acrescentando que “de igual modo, o mau humor do início do dia repercute também de forma negativa sobre o empregado durante todo o dia, esse fenômeno leva em conta também a influência do contexto de trabalho, como é o caso da interação com os clientes.”

Embora tais descobertas não sejam particularmente novas, o estudo trouxe à tona um dado inédito no momento em que decidiu estudar o modo como os representantes reagiam ao humor dos clientes. Quando achavam que eles estavam de bom humor, o estado de espírito dos funcionários tendia a melhorar, numa correlação de 0,25. Contudo, o humor dos funcionários não apresentava tendência de queda quando percebiam um certo mau humor da parte dos clientes. Nesses casos, a correlação era de 0,08.

Quando o funcionário começava bem o dia, e o cliente demonstrava bom humor, o humor do funcionário tendia a permanecer positivo. Mas quando o humor inicial do funcionário era negativo, não tendia a piorar se o cliente atendido também apresentasse humor negativo. Os funcionários com menos tempo de serviço deixavam-se afetar mais pelos clientes mal-humorados. Isto indica que o mau humor dos clientes tem efeito menos decisivo sobre o humor dos funcionários, ou que os funcionários se mostram menos vulneráveis às interações desagradáveis, ou então deixam a empresa quando não conseguem manter essa invulnerabilidade, diz Rothbard.

“De modo geral, as análises combinadas indicam que o humor do início do dia tinha um efeito mais consistente sobre o humor do funcionário durante o dia todo do que o humor detectado no cliente, já que o mau humor não parece influenciar de modo decisivo o humor do funcionário durante o dia”, concluíram as pesquisadoras.

A pesquisa sobre o desempenho dos funcionários revelou respaldo “parcial” para a hipótese de que os empregados têm melhor desempenho quando se acham de bom humor. Estes tinham mais tempo para lidar com os clientes, provavelmente porque faziam menos pausas. Os funcionários mais felizes também tendiam a transferir um número menor de ligações. Contudo, o bom humor por si só não implicava necessariamente o atendimento a um número maior de chamadas por hora.
O efeito do mau humor era só um pouco diferente. Os funcionários mau-humorados atendiam um número menor de chamadas por hora e demonstravam menor envolvimento com trabalho. Todavia, o mau humor não resultava na transferência de um número maior de ligações (para a supervisão) e tampouco reduziam o tempo disponível para os clientes.



Que conclusões podemos tirar disso?



“Uma de nossas descobertas mostra que o humor com o que as pessoas chegam ao expediente de trabalho apresnetava uma influência mais definitiva e consistente do que qualquer outra variável”, observaram Rothbard e Wilk. “Descobrimos também que, na maior parte das vezes, conforme esperado, o humor do cliente afetava o humor do funcionário. O mais interessante foi constatar que as interações negativas com os clientes influenciavam apenas os funcionários menos experientes. Por fim, mostramos que o humor diário no expediente influencia de forma significativa os resultados obtidos no trabalho.”

O estado de espírito com que se chega ao trabalho pode ser de grande influência porque decorre de eventos mais importantes para os trabalhadores do que as interações com os clientes, assinalam as pesquisadoras. Também é possível que os funcionários sejam treinados para lidar com o humor dos clientes, mas não sejam treinados para lidar com o humor com que se chega ao trabalho. Pesquisas futuras, dizem as autoras, deverão analisar os vários eventos capazes de influenciar essa variável.

“O que considero realmente interessante em relação a essas descobertas é que o bom humor que você leva para o trabalho é muito forte”, diz Rothbard. “As pessoas realmente fazem um excelente trabalho ao isolar as más influências. O que as empresas deveriam ter em conta é que nem tudo que as pessoas trazem consigo para o trabalho é ruim; pelo contrário, pode ser até bastante positivo.”



Publicado em: 06/09/2006

Básico sobre DNS (Domain Name System)



Instrodução

A internet possui uma infinidade de sites e, para acessá-los, você digita um endereço no campo correspondente do seu navegador, por exemplo, www.google.com.br, www.e-sites.info e www.ealecrim.net. No entanto, o que o computador faz para encontrar esses sites quando você solicita? É neste ponto que "entra em cena" a tecnologia DNS, que será explicada a seguir.

O que é DNS


DNS é a sigla para Domain Name System (Sistema de Resolução de Nomes). Trata-se de um recurso usado em redes TCP/IP (o protocolo utilizado na internet e na grande maioria das redes) que permite acessar computadores sem que o usuário ou sem que o próprio computador tenha conhecimento de seu endereço IP.

Cada site da internet é acessível por um endereço IP. O problema é que existem tantos que é praticamente impossível decorar o IP de cada um. Imagine que ao invés de digitar www.infowester.com para acessar este site, você tivesse que informar ao navegador o endereço 200.178.123.25. Imagine então que você tivesse que fazer o mesmo para cada site que você visita, como Google, UOL, Yahoo, etc. Como você deve ter percebido, ia ser trabalhoso acessar cada um desses sites através do endereço IP, pois além de decorá-los, você teria que consultar uma relação de IPs toda vez que quisesse acessar um site novo.

Para lidar com esse problema é que o DNS é usado. É ele que permite o uso de nomes (também chamados de domínios) ao invés dos IPs no acesso aos sites. Basicamente, na internet, o DNS é um conjunto de grandes bancos de dados distribuídos em servidores de todo o mundo que indicam qual IP é associado a um nome (ou seja, um endereço do tipo www.nomedosite.com).

Funcionamento do DNS

Como já foi dito, os serviços de DNS da internet são um conjunto de bancos de dados espalhados em servidores de todo o mundo. Esses bancos de dados têm a função de indicar qual IP está associado a um nome de um site. Quando você digita um endereço em seu navegador, por exemplo, www.infowester.com, seu computador solicita aos servidores de DNS de seu provedor de internet que encontre o endereço IP associado a www.infowester.com. Se os servidores não tiverem essa informação, ele se comunica com outros que possam ter.

Para facilitar esse processo, os nomes dos sites são divididos hierarquicamente, como mostra a imagem abaixo:


Note que dentro de cada domínio (.com, .net, .gov) existem outras subdivisões. Por exemplo, dentro de .com há .com.br, .com.fr, .com.ar, etc.

Com essas divisões, é possível atribuir cada uma das terminações a uma entidade que as gerencie. Assim, para você registrar um domínio .br, é necessário fazer a solicitação ao Comitê Gestor da Internet no Brasil, órgão que controla essa terminação. Para registrar um domínio que termine com .fr é necessário procurar a entidade que controle esse tipo.

O servidor raiz - que pode ser entendido como o servidor principal no controle do DNS - é representado por um ponto e, seguindo a ordem de pesquisa, sua inserção é feita no final do nome. Assim, www.infowester.com deveria ficar como:

www.e-sites.info.

Repare que se você digitar o endereço exatamente como está acima, o navegador entrará no site normalmente. No entanto, não é necessário incluir o ponto no final, pois os serviços envolvidos, assim como os browsers, sabem de sua existência e o executam automaticamente.

Para melhor entender o DNS, vamos ao seguinte exemplo: suponha que você queira visitar o site www.nomedosite.com.br. Para isso, primeiramente o servidor raiz é verificado e este indica o servidor de terminação .br, que por sua vez, indica o servidor que cuida do domínio nomedosite.com.br que informa qual o seu IP, ou seja, qual o servidor onde o site em questão está localizado.

Cache de DNS

Suponha que você tenha visitado um site que nunca tenha sido resolvido pelo serviço de DNS de seu provedor, de forma que este tenha que fazer uma pesquisa em outros servidores de DNS (através da pesquisa hierárquica). Para evitar que essa pesquisa tenha que ser feita novamente quando outro usuário do provedor tentar acessar o mesmo site, o serviço de DNS guarda a informação da primeira consulta. Assim, em outra solicitação, ele já saberá qual o IP associado ao site em questão. Esse procedimento é conhecido como "cache de DNS".

As informações do cache são armazenadas por um determinado período de tempo através de um parâmetro conhecido por TTL (Time-to-Live). Este é utilizado para evitar que as informações gravadas se tornem desatualizadas. O período de tempo do TTL varia conforme o servidor e seu administrador.

Breve histórico

Quando a internet ainda era uma ferramenta de uso militar e não possuía muitos computadores, o acesso aos nomes era possível graça a um arquivo de nome hosts.txt. Esse arquivo continha os endereços de cada nome existente. Com o crescimento da internet, esse arquivo passou a crescer de igual forma e chegou ao ponto de ser tão grande que causava atraso nas atualizações. Por volta de 1983, o esquema hoje conhecido como DNS tomou forma para resolver esse problema. Sua primeira especificação pode ser vista aqui.

Finalizando


A utilização do DNS não se limita à internet. Esse recurso pode (e é) utilizado em redes locais, extranets, etc. Sua implementação pode ser feita em praticamente qualquer sistema operacional, sendo muito usual nos sistemas baseados em Unix e no Windows.


Escrito por Emerson Alecrim - Publicado em 05/06/2005 - Atualizado em 05/06/2005