É um mito popular que 7 é o número da perfeição. Pois bem, com a evolução e o amadorismo que ronda a Internet foi até difícil escolher dentre as centenas de maneiras de irritar os visitantes do seu site. Selecionei algumas das melhores. Se você tem como objetivo irritar e mandar embora os internautas que navegam em seu site, utilize-as e você estará atingindo a sua meta com perfeição. Agora, se você quer realmente ver o seu site crescer e dá valor ao investimento que fez para manter seus clientes fiéis e trazer novos, priorizando o bem da imagem e da saúde financeira de sua empresa, evite-as.
1. Crie uma página bem longa. Coloque várias imagens grandes no meio do texto, de forma que mesmo que o visitante tenha acesso à banda larga, ele demore alguns minutos para baixar a página. Acrescente um fundo musical a sua página. Se utilizar Flash, melhor. Coloque aquela MP3 que só você gosta e não se esqueça de excluir os controles de volume de sua página. Assim ele começará a pensar em ir embora, ou então procurará desesperadamente pelo controle de volume do seu Windows, numa tentativa de desativar o som da página que ele acaba de carregar.
2. Faça com que a página acima citada seja apenas uma “Splash Page”. Aquelas páginas que se abrem antes do site realmente entrar, perguntando se queremos ver o site utilizando Flash 4, ou Flash 5, ou se preferimos ver o site em DHTML, com frames, em Java, etc. Mas a pessoa que está visitando o seu site talvez nem saiba o significado dessas siglas. O que ele quer ver é o conteúdo de sua empresa. E até agora ele não viu nada! Será que agora ele vai embora?
3. Não, ele ainda está lá! Ansioso para conhecer o seu site. Mesmo sem saber o significado das complicadas siglas colocadas na “Splash Page”, ele clica na primeira que vê. Finalmente ele está no caminho certo para o seu site. E agora o que fazer para irritá-lo um pouco mais? Que tal umas “pop ups”? Aquelas famosas janelas de anúncio que aparecem na sua tela quando visitamos alguns sites grandes, ou mesmo os pequenos. Pode acontecer em alguns casos, que mesmo tentando fechá-las, elas se multipliquem. Digamos que o Internauta esteja de bom humor e tenha desviado das armadilhas, talvez ele ainda esteja em seu site.
4. Finalmente ele começa a ler o conteúdo da sua página. Observa os links mal organizados e escritos naquela fonte que se confunde com o fundo. Mas isso são problemas mínimos, considerando o que ele já passou. No entanto, ele quer se cadastrar e receber a sua newsletter. Complique mais um pouco aqui, para ver se ele desiste. Coloque um cadastro extenso, com informações sobre seus hábitos, os da família, renda mensal, e ainda acrescente um script para verificar se todos os dados foram digitados. Porém, não mostre o formato correto das informações. Dessa forma, ele fica tentando enviar o seu cadastro e não consegue.
5. Cadastro concluído, o usuário conseguiu! E agora? Por que não colocar umas plugins para fazer o download e instalar? Ele já teve que atualizar a sua versão do Flash para entrar no seu site de última geração, provavelmente ele iria odiar ter que baixar mais três. Ou quem sabe nem tem muito conhecimento de informática, talvez não tenha a mínima idéia de como fazer a instalação das mesmas. Não se esqueça de fazer com que tudo aconteça de forma automática, para que quando ele se der por conta do que está acontecendo já esteja muito confuso e com vontade de fechar todas as janelas e ir tomar um café.
6. Você quer ser um profissional do marketing negativo? Coloque todo o conteúdo do seu site numa tabela, bem larga. De maneira que para ler qualquer frase, o usuário tenha que rolar a tela. Você pode irritá-lo mais ainda se colocar um texto bem colorido, num fundo escuro, de forma que a leitura fique bem cansativa.
7. Nossa! Numa amostra sobre-humana de paciência, o internauta ainda está em seu site! Mostre para ele que consegue mandá-lo embora. Utilize um script para abrir o seu site numa nova janela, sem os botões padrão do Internet Explorer ou Netscape. Desative também as funções do botão esquerdo do mouse. Nossa, isso deixa qualquer um maluco. Fazendo isso você evita que ele:
- Adicione seu site na pasta Favoritos
- Consiga voltar, já que você também retirou o botão padrão
- Consiga mais abrir os links numa nova janela
- Também não consiga atualizar a página caso algum problema tenha ocorrido
- Imprimir e enviar o seu site para algum amigo.
Provavelmente o seu cliente em potencial teria ido embora do seu site no item 1 ou, no máximo, no 2. Brincadeiras à parte, antes de utilizar qualquer nova tecnologia ou algo que seu webdesigner “ache” que é legal, analise bem. Pode prejudicar seriamente a imagem de sua empresa e seus negócios. Você mesmo já deve ter passado apuros semelhantes aos que descrevi acima. Navegue em seu site com olhar crítico. Escolha um bom estúdio de webdesign, afinal o nome da sua empresa custou a ser criado. Ou então, mande embora, e irritados, os seus clientes utilizando as 7 táticas acima descritas e sofra as conseqüências.
Texto extraído deste site:
http://www.esaber.com.br/ver_artigo.asp?codigo=844
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Conceito Webdesign - by WIKIPEDIA
Exemplo de um layout simples.
O web design pode ser visto como uma extensão da prática do design, onde o foco do projeto é a criação de web sites e documentos disponíveis no ambiente da web.
O web design tende à multidisciplinaridade, uma vez que a construção de páginas web requer subsídios de diversas áreas técnicas, além do design propriamente dito. Áreas como a arquitetura da informação, programação, usabilidade, acessibilidade entre outros.
A preocupação fundamental do web designer é agregar os conceitos de usabilidade com o planejamento da interface, garantindo que o usuário final atinja seus objetivos de forma agradável e intuitiva.
Planejamento estratégico
Como todo trabalho de design, ele é um projeto, e necessita uma análise informacional, a partir de um briefing. Detectar corretamente o objetivo do projeto é essencial para um bom planejamento, de modo que as ações sejam tomadas de forma correta.
É sempre necessário definir o público alvo do site, o objetivo, os serviços oferecidos, o diferencial para o público. A partir desses e de outros elementos que sejam especificamente relevantes ao projeto, será definida a estrutura do site (Arquitetura de informação), a tecnologia empregada e o layout.
De uma forma geral, embora usualmente possa parecer que a primeira impressão que se tem de um site é o visual, na verdade o visitante busca o conteúdo, por esse motivo o primeiro passo estratégico é definir bem todas as informações que o site terá, definir claramente a arquitetura de informação do site e por último, o design visual do site, que não precisa pular, girar e piscar, a não ser que o que se esteja vendendo é design/imagem (que não se aplica ao meio informacional que é a Web), mas ter um aspecto profissional seguindo pelo menos os conceitos básicos do design como aproximação, contraste, alinhamento, dentre outros.
Há uma diferença conceitual marcante entre design nos meios tradicionais, como no gráfico e o design aplicado na web. Na web, a estética deve ser moldada ao dispositivo que acessa ao site ou mesmo desabilitada caso não seja necessária no contexto de utilização. No meio gráfico é possível prever como o usuário final verá a estética do produto, já na web isto não é possível, pois a aparência pode e deve mudar radicalmente de acordo com o sistema operacional utilizado, configurações pessoais, navegadores, resoluções de tela e dispositivos, como celular, TV, impressora, leitores de telas etc. Por este motivo, a informação (HTML) deve trabalhar independente da formatação (CSS) e do comportamento (scripts), que são recomendações do W3C.
Estrutura
A estrutura, também conhecida como arquitetura de informação, do site deve contemplar seu objetivo, tornando a experiência do usuário a mais confortável e fácil possível, chamamos isso de usabilidade. Deve-se planejar a estrutura de forma que o usuário obtenha facilmente a informação ou serviço desejado. Hoje em dia são inúmeras as formas que um site pode adquirir e a criatividade continua ser o grande diferencial na produção de web.
Layout
O layout precisa transmitir a informação desejada com eficiência. É preciso que o layout seja um elo de comunicação com o usuário, que sua linguagem seja condizente com o objetivo do site. Conhecer heurísticas de usabilidade é fundamental para se gerar layouts para a web.
Cada elemento inserido em um website deve ter um objetivo, a perfeição de um website se atinge quando não há nada a ser retirado e não quando não há nada mais a ser inserido.
A maioria dos layouts antigos dos sites da Web eram feitos com tabelas na linguagem HTML, porém esta forma é inapropriada pois tabelas devem ser utilizadas apenas para exibir dados tabulados. Entretanto existem layouts que são completamente produzidos sem a presença de tabelas, sao os famosos "tableless" e esta sim é a melhor forma de estrutura para layouts.
Navegadores
São programas responsáveis por interpretar o conteúdo de um web site, disponibilizando assim a interface com a qual o usuário final irá interagir. O navegador está para o web design assim como o papel está para o jornal. A grande variedade de navegadores e discrepância entre os recursos fez seus próprios criadores caminharem em direção a um padrão comum. Atualmente é indispensável criar sites seguindo os padrões da W3C.
No desenvolvimento do site, o HTML deve ser criado seguindo os padrões do W3C (Web Standards) de forma que fique funcional, independente dos dispositivos (TV, celular, impressora, monitor etc). Apesar de em tese não haver a necessidade de testar em diversos navegadores, é um bom hábito testar em mais de um navegador (Firefox, Internet Explorer, Netscape, Opera, Safari, Chrome e outros), pois o layout do site pode apresentar diferenças em determinados navegadores, e o usuário que navega não entenderá o que está acontecendo.
Padrões
A World Wide Web Consortium (W3C) é o órgão responsável por recomendar padrões de desenvolvimento para a internet. Por meio destes padrões se pode classificar: web sites de acordo com suas características técnicas, indo além do visual e; navegadores, de acordo com sua capacidade em atender aos padrões definidos.
O grande objetivo de seguir os padrões do W3C é de possibilitar que a informação veiculada pelo site permaneça independente do dispositivo utilizado pelo visitante e que seja acessível.
Programas utilizados
Existe um leque enorme de programas usados pelos web designer. Para construção do código, por se tratar de simples texto, qualquer editor de texto pode servir de suporte para a criação do código. Entretanto, há programas tanto gratuitos como de uso comercial, com interface WYSIWYG, que são amplamente utilizados no mercado tanto para gerenciar sites, quanto para apenas editar códigos, como é o caso do Dreamweaver, Aptana, Frontpage (pouco aconselhável por gerar HTML exclusivamente para o Internet Explorer, além de gerar código com possiveis erros de sintaxe), na parte visual, os editores gráficos vetoriais Corel Draw, Illustrator ou o Inkscape), de bitmap GIMP, Photoshop ou o Fireworks. Para animações e recursos dinâmicos, o Flash é o mais utilizado. Em relação ao Flash, deve-se ter o cuidado de usá-lo apenas onde a solução seja impossível de ser reproduzida em HTML, jamais se usa em menus e áreas de conteúdo por ser um arquivo binário, não ser acessível e estar em desarcordo com as recomendações do W3C.
As vantagens de se ter uma Página na Internet
A internet se tornou a maior ferramenta de marketing do mundo, e também a mais acessível. Tudo isso se deve ao seu alcance de grande parcela da população mundial acarretada pela sua dinamização e disseminação crescentes no planeta. A tendência do mercado atual é que cada vez mais as empresas, necessitarem de um segundo endereço, o virtual. De modo que divulguem seu conteúdo para se sobreporem ao seu concorrente que possivelmente já têm sua página na internet. Um endereço virtual gera publicidade e credibilidade por parte do internauta e consumidor.
Os benefícios de se ter uma identidade virtual são vários podemos apontar como os principais o fato que a internet é o meio que passa as devidas informações de maneira rápida e objetiva. Gerando um grande segmento sobre o cartão de visitas sem haver pressão sobre o cliente. Este fica à vontade pra decidir o que consumir, sendo atraído de forma natural aos domínios empresariais.
Torna a relação mais amigável com o consumidor, por diminuir significativamente as necessidades de inconveniências inerentes às outras formas de divulgação como: Telemarketing, Panfletos poluentes, Correspondência e Outdoor que causam poluição visual e ambiental. Desse modo, esclarece mais que todos os meios anteriores citados e com mais elegância se for contratado o profissional correto para direcioná-lo devidamente. E o custo com a mão de obra e matéria prima são muito menores, pois, precisam contar com inúmeros profissionais e/ou despesas de impressão altíssimas devido à demanda comercial. Outra vantagem que leva sobre as outras formas de anúncios, é que pode ser acessado a qualquer hora e lugar que tenha internet, tornando mais conveniente e as propostas oferecidas sendo analisadas com mais calma.
O web design pode ser visto como uma extensão da prática do design, onde o foco do projeto é a criação de web sites e documentos disponíveis no ambiente da web.
O web design tende à multidisciplinaridade, uma vez que a construção de páginas web requer subsídios de diversas áreas técnicas, além do design propriamente dito. Áreas como a arquitetura da informação, programação, usabilidade, acessibilidade entre outros.
A preocupação fundamental do web designer é agregar os conceitos de usabilidade com o planejamento da interface, garantindo que o usuário final atinja seus objetivos de forma agradável e intuitiva.
Planejamento estratégico
Como todo trabalho de design, ele é um projeto, e necessita uma análise informacional, a partir de um briefing. Detectar corretamente o objetivo do projeto é essencial para um bom planejamento, de modo que as ações sejam tomadas de forma correta.
É sempre necessário definir o público alvo do site, o objetivo, os serviços oferecidos, o diferencial para o público. A partir desses e de outros elementos que sejam especificamente relevantes ao projeto, será definida a estrutura do site (Arquitetura de informação), a tecnologia empregada e o layout.
De uma forma geral, embora usualmente possa parecer que a primeira impressão que se tem de um site é o visual, na verdade o visitante busca o conteúdo, por esse motivo o primeiro passo estratégico é definir bem todas as informações que o site terá, definir claramente a arquitetura de informação do site e por último, o design visual do site, que não precisa pular, girar e piscar, a não ser que o que se esteja vendendo é design/imagem (que não se aplica ao meio informacional que é a Web), mas ter um aspecto profissional seguindo pelo menos os conceitos básicos do design como aproximação, contraste, alinhamento, dentre outros.
Há uma diferença conceitual marcante entre design nos meios tradicionais, como no gráfico e o design aplicado na web. Na web, a estética deve ser moldada ao dispositivo que acessa ao site ou mesmo desabilitada caso não seja necessária no contexto de utilização. No meio gráfico é possível prever como o usuário final verá a estética do produto, já na web isto não é possível, pois a aparência pode e deve mudar radicalmente de acordo com o sistema operacional utilizado, configurações pessoais, navegadores, resoluções de tela e dispositivos, como celular, TV, impressora, leitores de telas etc. Por este motivo, a informação (HTML) deve trabalhar independente da formatação (CSS) e do comportamento (scripts), que são recomendações do W3C.
Estrutura
A estrutura, também conhecida como arquitetura de informação, do site deve contemplar seu objetivo, tornando a experiência do usuário a mais confortável e fácil possível, chamamos isso de usabilidade. Deve-se planejar a estrutura de forma que o usuário obtenha facilmente a informação ou serviço desejado. Hoje em dia são inúmeras as formas que um site pode adquirir e a criatividade continua ser o grande diferencial na produção de web.
Layout
O layout precisa transmitir a informação desejada com eficiência. É preciso que o layout seja um elo de comunicação com o usuário, que sua linguagem seja condizente com o objetivo do site. Conhecer heurísticas de usabilidade é fundamental para se gerar layouts para a web.
Cada elemento inserido em um website deve ter um objetivo, a perfeição de um website se atinge quando não há nada a ser retirado e não quando não há nada mais a ser inserido.
A maioria dos layouts antigos dos sites da Web eram feitos com tabelas na linguagem HTML, porém esta forma é inapropriada pois tabelas devem ser utilizadas apenas para exibir dados tabulados. Entretanto existem layouts que são completamente produzidos sem a presença de tabelas, sao os famosos "tableless" e esta sim é a melhor forma de estrutura para layouts.
Navegadores
São programas responsáveis por interpretar o conteúdo de um web site, disponibilizando assim a interface com a qual o usuário final irá interagir. O navegador está para o web design assim como o papel está para o jornal. A grande variedade de navegadores e discrepância entre os recursos fez seus próprios criadores caminharem em direção a um padrão comum. Atualmente é indispensável criar sites seguindo os padrões da W3C.
No desenvolvimento do site, o HTML deve ser criado seguindo os padrões do W3C (Web Standards) de forma que fique funcional, independente dos dispositivos (TV, celular, impressora, monitor etc). Apesar de em tese não haver a necessidade de testar em diversos navegadores, é um bom hábito testar em mais de um navegador (Firefox, Internet Explorer, Netscape, Opera, Safari, Chrome e outros), pois o layout do site pode apresentar diferenças em determinados navegadores, e o usuário que navega não entenderá o que está acontecendo.
Padrões
A World Wide Web Consortium (W3C) é o órgão responsável por recomendar padrões de desenvolvimento para a internet. Por meio destes padrões se pode classificar: web sites de acordo com suas características técnicas, indo além do visual e; navegadores, de acordo com sua capacidade em atender aos padrões definidos.
O grande objetivo de seguir os padrões do W3C é de possibilitar que a informação veiculada pelo site permaneça independente do dispositivo utilizado pelo visitante e que seja acessível.
Programas utilizados
Existe um leque enorme de programas usados pelos web designer. Para construção do código, por se tratar de simples texto, qualquer editor de texto pode servir de suporte para a criação do código. Entretanto, há programas tanto gratuitos como de uso comercial, com interface WYSIWYG, que são amplamente utilizados no mercado tanto para gerenciar sites, quanto para apenas editar códigos, como é o caso do Dreamweaver, Aptana, Frontpage (pouco aconselhável por gerar HTML exclusivamente para o Internet Explorer, além de gerar código com possiveis erros de sintaxe), na parte visual, os editores gráficos vetoriais Corel Draw, Illustrator ou o Inkscape), de bitmap GIMP, Photoshop ou o Fireworks. Para animações e recursos dinâmicos, o Flash é o mais utilizado. Em relação ao Flash, deve-se ter o cuidado de usá-lo apenas onde a solução seja impossível de ser reproduzida em HTML, jamais se usa em menus e áreas de conteúdo por ser um arquivo binário, não ser acessível e estar em desarcordo com as recomendações do W3C.
As vantagens de se ter uma Página na Internet
A internet se tornou a maior ferramenta de marketing do mundo, e também a mais acessível. Tudo isso se deve ao seu alcance de grande parcela da população mundial acarretada pela sua dinamização e disseminação crescentes no planeta. A tendência do mercado atual é que cada vez mais as empresas, necessitarem de um segundo endereço, o virtual. De modo que divulguem seu conteúdo para se sobreporem ao seu concorrente que possivelmente já têm sua página na internet. Um endereço virtual gera publicidade e credibilidade por parte do internauta e consumidor.
Os benefícios de se ter uma identidade virtual são vários podemos apontar como os principais o fato que a internet é o meio que passa as devidas informações de maneira rápida e objetiva. Gerando um grande segmento sobre o cartão de visitas sem haver pressão sobre o cliente. Este fica à vontade pra decidir o que consumir, sendo atraído de forma natural aos domínios empresariais.
Torna a relação mais amigável com o consumidor, por diminuir significativamente as necessidades de inconveniências inerentes às outras formas de divulgação como: Telemarketing, Panfletos poluentes, Correspondência e Outdoor que causam poluição visual e ambiental. Desse modo, esclarece mais que todos os meios anteriores citados e com mais elegância se for contratado o profissional correto para direcioná-lo devidamente. E o custo com a mão de obra e matéria prima são muito menores, pois, precisam contar com inúmeros profissionais e/ou despesas de impressão altíssimas devido à demanda comercial. Outra vantagem que leva sobre as outras formas de anúncios, é que pode ser acessado a qualquer hora e lugar que tenha internet, tornando mais conveniente e as propostas oferecidas sendo analisadas com mais calma.
SUCESSO PROFISSIONAL
Uma palavrinha sobre sucesso profissional:
"Só um aluno medíocre não supera seu mestre."
Leonardo Da Vinci
10 DICAS PARA "SALVAR" O SEU SITE!
Existem inúmeras razões para que tão poucos sites estejam trazendo retorno para as empresas. Um dos motivos pode ser o design. Siga estas dicas e aumente as suas chances de sucesso:
1. Menos é mais. Faça o site leve e rápido
Se você esta vendendo um produto ou serviço na Internet, não se deixe levar pelos 'artistas' da rede. Mantenha o foco em sua mensagem. Ninguém quer ver um layout cheio de animações e gravuras que nunca terminam de baixar.
Tenha em mente que se não ajuda a vender não serve. Não faça nada só porque os outros estão fazendo. Construa um site para agradar ao cliente, não ao chefe.
Lembre-se que "a imagem seduz, mas é o texto que vende". Se
você quiser passar sua mensagem não deve esconde-la. Use um layout limpo e elegante, clean. Simples, mas não simplório.
Você tem apenas alguns segundos para conquistar a atenção do Internauta. Mantenha as páginas leves, use poucas imagens, bem colocadas e comprimidas. O texto deve ser direto e objetivo. Especialmente na página inicial.
2. Padrão
Todos nós temos uma "zona de conforto". Gostamos de nos sentir acomodados e seguros. Imagine chegar em casa todos os dias e a cor das paredes estar diferente? No começo pode ser um "barato", mas depois de algum tempo, você começa a ficar ansioso e inseguro.
Da mesma forma, mudar a cara de cada página, torna as pessoas confusas e impacientes. Elas podem pensar que estão em outro site e quando você menos espera, estarão mesmo.
Mantenha o mesmo padrão em todas as páginas. É fácil, basta:
• Usar as mesmas cores, molduras, botões, fontes e demais elementos em todas as páginas;
• Deixar a logomarca da empresa sempre na mesma posição.
• Se o menu está à esquerda, deixe-o lá o tempo todo, se estiver à direita, idem.
Além de tudo, mantendo um layout padronizado você passa uma impressão mais profissional.
Pense no Mac Donald´s: uma franquia com centenas de lojas em todo o mundo, todas iguais. Você sabe que em todas elas vai encontrar o mesmo serviço e a mesma satisfação.
3. Navegação
A palavra chave é simplicidade. A Internet já é um labirinto de informações. Conheço diversas pessoas que ficam loucas quando têm que achar alguma coisa. Então não complique, torne a navegação em seu site simples e direta.
Todas as páginas devem estar a dois, no máximo, três clicks de distância umas das outras. Você pode conseguir isto colocando menus para as áreas principais do site em todas as páginas.
Uma forma de testar a navegação do site é chamar alguém, de preferência, sem muito conhecimento. Peça a ele que encontre alguma coisa que VOCÊ sabe que está lá, só não diga como.
Outra forma é imaginar-se um iniciante na Internet e verificar se seria difícil encontrar alguma informação.
4. Fale conosco
Já tentou entrar em contato com a empresa e se perdeu no labirinto de links e páginas sem encontrar o email ou telefone da mesma? Eu já e aquela empresa perdeu um possível cliente.
Para evitar este problema, coloque seu email em todas as páginas. Se necessário faça um formulário de contato com poucos campos para o usuário preencher. Apenas o nome, email, telefone (caso haja algum problema com o email) e um espaço para a mensagem são necessários. Você poderá pedir as outras informações mais tarde. O importante agora é fazer contato.
5. Logos e Imagens
Já disse que ninguém quer esperar dois minutos para ver uma gravura que nunca termina de carregar. Mantenha suas imagens a um mínimo possível. Se você tem que usar muitas imagens para passar sua mensagem, uma palavra: compressão.
Imagens são uma parte importante do site, mas podem torna-lo muito pesado. Para evitar ou pelo menos minimizar este problema, use compressores de imagens. Existem diversos disponíveis no mercado, inclusive alguns gratuitos.
6. Fontes (famílias de tipos de letra)
Use apenas uma fonte em todo o site. Se quiser usar mais de uma fonte, use apenas para destaques, citações e títulos. Mantendo a variação de tipos de letras ao mínimo, você garante um visual mais padronizado e limpo. É muito mais profissional.
Outra razão é que há poucas "fontes padrão" na Internet. Arial, Verdana, Courier e Times New Roman são algumas delas. Se você usar alguma fonte fora dos padrões, pode ser que os usuários não vejam as páginas como foram criadas.
Mantenha o padrão.
7. Espaço em branco
Tão importante quanto as notas de uma canção são as pausas. Pergunte a qualquer músico.
O mesmo ocorre no design de qualquer peça publicitária. Deixe que as palavras saltem da tela, colocando bastante espaço entre elas. Deixe o texto 'respirar'. Use margens à esquerda e a direita.
Seguindo estas sugestões, o visual ficará muito mais limpo, agradável e profissional.
8. Becos sem saída
Um beco sem saída é uma página aonde não existem links para sair dela.
Pense no site de uma forma que não precise dos botões do browser para navegar, ou seja, se precisar clicar no botão voltar, tem alguma coisa errada.
Você pode colocar um link nas páginas, mas esta não deve ser a única forma de sair da página.
9. Links Mortos
Links mortos são aqueles que estão no menu, mas ainda não foram criadas as páginas correspondentes ou, pior ainda, levam a uma "página em construção".
Se a página não existe ou não está completa, não coloque indicações para ela, no futuro você poderá colocar os links e destacar que a página é nova, tornando o conjunto mais dinâmico e trazendo maior impacto. Além de tudo, links mortos dão um ar de falta de profissionalismo.
Páginas com a mensagem "em construção" causam uma frustração enorme ao internauta, afinal ele espera encontrar a informação, mas ela não está lá.
Veja que um site de verdade, estará sempre em construção. A construção só termina com o fim do site ou da empresa.
10. Links Quebrados
Teste todos os links em todas as páginas, sempre. Links quebrados, ou seja, os que levam a páginas de erro ou não existentes, são outro fator de frustração e falta de profissionalismo.
Texto extraído deste site:
http://alexandremv.blogspot.com/2009/07/10-dicas-de-webdesign-para-salvar-seu.html
1. Menos é mais. Faça o site leve e rápido
Se você esta vendendo um produto ou serviço na Internet, não se deixe levar pelos 'artistas' da rede. Mantenha o foco em sua mensagem. Ninguém quer ver um layout cheio de animações e gravuras que nunca terminam de baixar.
Tenha em mente que se não ajuda a vender não serve. Não faça nada só porque os outros estão fazendo. Construa um site para agradar ao cliente, não ao chefe.
Lembre-se que "a imagem seduz, mas é o texto que vende". Se
você quiser passar sua mensagem não deve esconde-la. Use um layout limpo e elegante, clean. Simples, mas não simplório.
Você tem apenas alguns segundos para conquistar a atenção do Internauta. Mantenha as páginas leves, use poucas imagens, bem colocadas e comprimidas. O texto deve ser direto e objetivo. Especialmente na página inicial.
2. Padrão
Todos nós temos uma "zona de conforto". Gostamos de nos sentir acomodados e seguros. Imagine chegar em casa todos os dias e a cor das paredes estar diferente? No começo pode ser um "barato", mas depois de algum tempo, você começa a ficar ansioso e inseguro.
Da mesma forma, mudar a cara de cada página, torna as pessoas confusas e impacientes. Elas podem pensar que estão em outro site e quando você menos espera, estarão mesmo.
Mantenha o mesmo padrão em todas as páginas. É fácil, basta:
• Usar as mesmas cores, molduras, botões, fontes e demais elementos em todas as páginas;
• Deixar a logomarca da empresa sempre na mesma posição.
• Se o menu está à esquerda, deixe-o lá o tempo todo, se estiver à direita, idem.
Além de tudo, mantendo um layout padronizado você passa uma impressão mais profissional.
Pense no Mac Donald´s: uma franquia com centenas de lojas em todo o mundo, todas iguais. Você sabe que em todas elas vai encontrar o mesmo serviço e a mesma satisfação.
3. Navegação
A palavra chave é simplicidade. A Internet já é um labirinto de informações. Conheço diversas pessoas que ficam loucas quando têm que achar alguma coisa. Então não complique, torne a navegação em seu site simples e direta.
Todas as páginas devem estar a dois, no máximo, três clicks de distância umas das outras. Você pode conseguir isto colocando menus para as áreas principais do site em todas as páginas.
Uma forma de testar a navegação do site é chamar alguém, de preferência, sem muito conhecimento. Peça a ele que encontre alguma coisa que VOCÊ sabe que está lá, só não diga como.
Outra forma é imaginar-se um iniciante na Internet e verificar se seria difícil encontrar alguma informação.
4. Fale conosco
Já tentou entrar em contato com a empresa e se perdeu no labirinto de links e páginas sem encontrar o email ou telefone da mesma? Eu já e aquela empresa perdeu um possível cliente.
Para evitar este problema, coloque seu email em todas as páginas. Se necessário faça um formulário de contato com poucos campos para o usuário preencher. Apenas o nome, email, telefone (caso haja algum problema com o email) e um espaço para a mensagem são necessários. Você poderá pedir as outras informações mais tarde. O importante agora é fazer contato.
5. Logos e Imagens
Já disse que ninguém quer esperar dois minutos para ver uma gravura que nunca termina de carregar. Mantenha suas imagens a um mínimo possível. Se você tem que usar muitas imagens para passar sua mensagem, uma palavra: compressão.
Imagens são uma parte importante do site, mas podem torna-lo muito pesado. Para evitar ou pelo menos minimizar este problema, use compressores de imagens. Existem diversos disponíveis no mercado, inclusive alguns gratuitos.
6. Fontes (famílias de tipos de letra)
Use apenas uma fonte em todo o site. Se quiser usar mais de uma fonte, use apenas para destaques, citações e títulos. Mantendo a variação de tipos de letras ao mínimo, você garante um visual mais padronizado e limpo. É muito mais profissional.
Outra razão é que há poucas "fontes padrão" na Internet. Arial, Verdana, Courier e Times New Roman são algumas delas. Se você usar alguma fonte fora dos padrões, pode ser que os usuários não vejam as páginas como foram criadas.
Mantenha o padrão.
7. Espaço em branco
Tão importante quanto as notas de uma canção são as pausas. Pergunte a qualquer músico.
O mesmo ocorre no design de qualquer peça publicitária. Deixe que as palavras saltem da tela, colocando bastante espaço entre elas. Deixe o texto 'respirar'. Use margens à esquerda e a direita.
Seguindo estas sugestões, o visual ficará muito mais limpo, agradável e profissional.
8. Becos sem saída
Um beco sem saída é uma página aonde não existem links para sair dela.
Pense no site de uma forma que não precise dos botões do browser para navegar, ou seja, se precisar clicar no botão voltar, tem alguma coisa errada.
Você pode colocar um link
9. Links Mortos
Links mortos são aqueles que estão no menu, mas ainda não foram criadas as páginas correspondentes ou, pior ainda, levam a uma "página em construção".
Se a página não existe ou não está completa, não coloque indicações para ela, no futuro você poderá colocar os links e destacar que a página é nova, tornando o conjunto mais dinâmico e trazendo maior impacto. Além de tudo, links mortos dão um ar de falta de profissionalismo.
Páginas com a mensagem "em construção" causam uma frustração enorme ao internauta, afinal ele espera encontrar a informação, mas ela não está lá.
Veja que um site de verdade, estará sempre em construção. A construção só termina com o fim do site ou da empresa.
10. Links Quebrados
Teste todos os links em todas as páginas, sempre. Links quebrados, ou seja, os que levam a páginas de erro ou não existentes, são outro fator de frustração e falta de profissionalismo.
Texto extraído deste site:
http://alexandremv.blogspot.com/2009/07/10-dicas-de-webdesign-para-salvar-seu.html
Arabescos e Folhagens
Construindo um site para um cliente precisei saber como se faz aquelas imagens de folhagens que estão muito em moda.
Achei esta explicação muito útil para os designers, então estou postando aqui:
Arabescos – Elementos ornamentais Publicado em 23 de junho de 2007 , na categoria Elementos e técnicas, Webdesign, atualizados Elementos ornamentais, também chamados de arabescos, vêm sendo usados desde a idade média por tipógrafos e ferreiros, decorando desde de bancos públicos a convites de casamento, e agora, como não poderia deixar de ser, websites.
São elementos belos e realmente podem enriquecer um trabalho quando usado sem exageros. Em alguns casos o projeto pode ser completamente baseado nessas estruturas de contornos florais, linhas onduladas e formas geométricas. Em outros o uso é mais sutil, apenas como elemento decorativo adicionando um toque de sofisticação à página, como no caso do Speakup que usa arabescos num estilo de pixel art apenas para dar peso à alguns elementos reforçando a hierarquia do local.
Um dos melhores jeitos de decidir quando e como usar ornamentos é realmente experimentando. Isso naturalmente desafia o tempo de desenvolvimento, mas os resultados finais pode ser realmente impressionantes.
Em alguns casos, como era de se esperar, esses elementos são usados para reforçar um conceito como é o caso do Resist to day que usa ornamentos para remeter o visitante à uma espécie de “idade do ferro”.
Elementos ornamentais são o tipo de coisa que vira-e-mexe volta a moda, mas que nunca é descartado completamente. Essa arte sempre foi bela, e sempre terá lugar garantido nas artes visuais.
O que eu considero realmente surpreendente é quando o designer consegue usá-los em formas suaves e modernas. Isso prova que esse estilo não é belo somente quando aplicado em um fundo vitoriano, mórbido e umbral. Arabescos podem ser elementos modernos e elegantes.
Um ótimo exemplo disso é Tub atomic. O site poderia facilmente ter caído no básico, mas usando bem os elementos ornamentais o layout ganhou um diferencial. E a forma como fizeram isso é muito exclusiva. Principalmente pelo uso da cor preta no fundo evitando as conotações de marrom tão usuais nesses modelos. E o logo da agência ajuda conferindo um ar moderno “quase pixel”.
Um outro site muito interessante é o Brain food. Ele transmite alegria. Nesse caso dois elementos dão claramente ao projeto uma sensação de frescor: a paleta de cores e e o ar de modernidade que este site tem. É um daqueles que eu gostaria de ter feito.
Tecnicamente…
Existem dois tipos de arte arabesca.
No primeiro modo, cada repetição de forma geométrica tem um simbolismo atribuído. Por exemplo, o quadrado, com seus quatro lados iguais, é símbolo dos elementos igualmente importantes de natureza: terra, ar, fogo e água. Sem qualquer um dos quatro, o mundo físico, representado por um círculo que envolve o quadrado, cairia sobre si e deixaria de existir. Esse estilo tem sua origem nas crenças islâmicas conforme explico mais abaixo.
O segundo modo é baseado na natureza fluente de formas de plantas, folhagens e curvas. Este modo lembra a natureza feminina de dar vida. Surgiu basicamente na Europa, de um processo de distorção do formato original.
Alguns estudiosos acreditam que exista ainda um terceiro tipo: a caligrafia Arábica. Isso porque essa escrita, em sua essência e forma é uma expressão visível da arte mais elevada de todas: a arte da Palavra.
No Islamismo
Esse conjunto de formas, também conhecido como “moresque”, é usado geralmente para decorar paredes de mesquitas. É, originalmente, uma aplicação elaborada e harmoniosa da repetição de formas geométricas e folhagens.
constituem um padrão infinito que se estende além do mundo material visível. Para muitos simboliza o infinito sem centro e, conseqüentemente, a natureza da criação do Deus Allah. Além disso a arte islâmica do arabesco inspirou a iconografia da arte cristã. Aos Muçulmanos, o Arabesco é simbólico de sua fé unida e a forma que culturas Islâmicas tradicionais vêem o mundo.
O arabesco é antes de tudo misticismo, ciência e deve ser matematicamente preciso. Acredita-se que todas as formas de arabesco são criações divinas e que o homem pode ocasionalmente descobri-las, mas essas formas existiram sempre como parte da criação de Deus.
No Ocidente
A arte arabesca é basicamente uma série de formas repetidas que ocasionalmente são acompanhas de caligrafia.
Apesar da presença muçulmana na Espanha, o termo “arabesco” se introduziu no Oriente graças as relações comerciais entre Veneza e o Oriente Médio durante o Renascimento.
Os primeiros vestígios dessa arte na Europa datam de 1308 em quadros de Duccio, em Sienna, porém só se difundiu realmente no séc. XV através do trabalho dos Venezianos Cima da Conegliano (1460-1465), Vittore Carpaccio (1525-1526) e Palma Vecchio. A partir desse período encontramos arabescos em ilustrações aplicadas sobre encadernações, também sobre louça, bordados em toalhas e decorando objetos de metal.
Arabescos também foram utilizados na França em livros destinados ao Rei Louis XII (1510) e o primeiro livro inteiramente decorado com arabescos é do florentino Francesco Pellegrino (1530), sendo depois aplicados por editores de Lião e Paris.
Em seguida, na Alemanha e na Inglaterra, foram publicados livros de modelos de arabescos em parte copiados dos elementos italianos.
No séc XVIII uma confusão se instala por causa de formas grotescas, baseadas em formas humanas e de animais que não eram permitidas no original baseado no Islamismo, e isso desviou um pouco o uso da palavra arabesco, assim, em alguns livros, desenhos de alunos de Raphael são descritos como arabescos.
Nos sécs. XIX e XX, o nome arabesco passou a ser usado para determinar todo e qualquer jogo de linhas e é recomendado o uso da palavra “moresque” quando se fizer alusão à arte dos padrões de origem islâmica.
Finalizando
Tenho certeza que vocês considerarão os exemplos a seguir realmente adoráveis e de muito bom gosto, pois é isso que os arabescos sugerem, são elementos ricos em história e significado.
Exemplo de site feito totalmente com o uso de arabescos:
Sandálias Havaianas
Achei esta explicação muito útil para os designers, então estou postando aqui:
Arabescos – Elementos ornamentais Publicado em 23 de junho de 2007 , na categoria Elementos e técnicas, Webdesign, atualizados Elementos ornamentais, também chamados de arabescos, vêm sendo usados desde a idade média por tipógrafos e ferreiros, decorando desde de bancos públicos a convites de casamento, e agora, como não poderia deixar de ser, websites.
São elementos belos e realmente podem enriquecer um trabalho quando usado sem exageros. Em alguns casos o projeto pode ser completamente baseado nessas estruturas de contornos florais, linhas onduladas e formas geométricas. Em outros o uso é mais sutil, apenas como elemento decorativo adicionando um toque de sofisticação à página, como no caso do Speakup que usa arabescos num estilo de pixel art apenas para dar peso à alguns elementos reforçando a hierarquia do local.
Um dos melhores jeitos de decidir quando e como usar ornamentos é realmente experimentando. Isso naturalmente desafia o tempo de desenvolvimento, mas os resultados finais pode ser realmente impressionantes.
Em alguns casos, como era de se esperar, esses elementos são usados para reforçar um conceito como é o caso do Resist to day que usa ornamentos para remeter o visitante à uma espécie de “idade do ferro”.
Elementos ornamentais são o tipo de coisa que vira-e-mexe volta a moda, mas que nunca é descartado completamente. Essa arte sempre foi bela, e sempre terá lugar garantido nas artes visuais.
O que eu considero realmente surpreendente é quando o designer consegue usá-los em formas suaves e modernas. Isso prova que esse estilo não é belo somente quando aplicado em um fundo vitoriano, mórbido e umbral. Arabescos podem ser elementos modernos e elegantes.
Um ótimo exemplo disso é Tub atomic. O site poderia facilmente ter caído no básico, mas usando bem os elementos ornamentais o layout ganhou um diferencial. E a forma como fizeram isso é muito exclusiva. Principalmente pelo uso da cor preta no fundo evitando as conotações de marrom tão usuais nesses modelos. E o logo da agência ajuda conferindo um ar moderno “quase pixel”.
Um outro site muito interessante é o Brain food. Ele transmite alegria. Nesse caso dois elementos dão claramente ao projeto uma sensação de frescor: a paleta de cores e e o ar de modernidade que este site tem. É um daqueles que eu gostaria de ter feito.
Tecnicamente…
Existem dois tipos de arte arabesca.
No primeiro modo, cada repetição de forma geométrica tem um simbolismo atribuído. Por exemplo, o quadrado, com seus quatro lados iguais, é símbolo dos elementos igualmente importantes de natureza: terra, ar, fogo e água. Sem qualquer um dos quatro, o mundo físico, representado por um círculo que envolve o quadrado, cairia sobre si e deixaria de existir. Esse estilo tem sua origem nas crenças islâmicas conforme explico mais abaixo.
O segundo modo é baseado na natureza fluente de formas de plantas, folhagens e curvas. Este modo lembra a natureza feminina de dar vida. Surgiu basicamente na Europa, de um processo de distorção do formato original.
Alguns estudiosos acreditam que exista ainda um terceiro tipo: a caligrafia Arábica. Isso porque essa escrita, em sua essência e forma é uma expressão visível da arte mais elevada de todas: a arte da Palavra.
No Islamismo
Esse conjunto de formas, também conhecido como “moresque”, é usado geralmente para decorar paredes de mesquitas. É, originalmente, uma aplicação elaborada e harmoniosa da repetição de formas geométricas e folhagens.
constituem um padrão infinito que se estende além do mundo material visível. Para muitos simboliza o infinito sem centro e, conseqüentemente, a natureza da criação do Deus Allah. Além disso a arte islâmica do arabesco inspirou a iconografia da arte cristã. Aos Muçulmanos, o Arabesco é simbólico de sua fé unida e a forma que culturas Islâmicas tradicionais vêem o mundo.
O arabesco é antes de tudo misticismo, ciência e deve ser matematicamente preciso. Acredita-se que todas as formas de arabesco são criações divinas e que o homem pode ocasionalmente descobri-las, mas essas formas existiram sempre como parte da criação de Deus.
No Ocidente
A arte arabesca é basicamente uma série de formas repetidas que ocasionalmente são acompanhas de caligrafia.
Apesar da presença muçulmana na Espanha, o termo “arabesco” se introduziu no Oriente graças as relações comerciais entre Veneza e o Oriente Médio durante o Renascimento.
Os primeiros vestígios dessa arte na Europa datam de 1308 em quadros de Duccio, em Sienna, porém só se difundiu realmente no séc. XV através do trabalho dos Venezianos Cima da Conegliano (1460-1465), Vittore Carpaccio (1525-1526) e Palma Vecchio. A partir desse período encontramos arabescos em ilustrações aplicadas sobre encadernações, também sobre louça, bordados em toalhas e decorando objetos de metal.
Arabescos também foram utilizados na França em livros destinados ao Rei Louis XII (1510) e o primeiro livro inteiramente decorado com arabescos é do florentino Francesco Pellegrino (1530), sendo depois aplicados por editores de Lião e Paris.
Em seguida, na Alemanha e na Inglaterra, foram publicados livros de modelos de arabescos em parte copiados dos elementos italianos.
No séc XVIII uma confusão se instala por causa de formas grotescas, baseadas em formas humanas e de animais que não eram permitidas no original baseado no Islamismo, e isso desviou um pouco o uso da palavra arabesco, assim, em alguns livros, desenhos de alunos de Raphael são descritos como arabescos.
Nos sécs. XIX e XX, o nome arabesco passou a ser usado para determinar todo e qualquer jogo de linhas e é recomendado o uso da palavra “moresque” quando se fizer alusão à arte dos padrões de origem islâmica.
Finalizando
Tenho certeza que vocês considerarão os exemplos a seguir realmente adoráveis e de muito bom gosto, pois é isso que os arabescos sugerem, são elementos ricos em história e significado.
Exemplo de site feito totalmente com o uso de arabescos:
Sandálias Havaianas
Logotipo
Logotipo criado por mim para fazer o site da Escola de Mergulho Ganesh Dive de Porto de Galinhas-PE.
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